Albergues e Abrigos
Tags: Famílias Moradores de Rua
 
abrigos

"Art. 1º O poder público municipal deve manter na Cidade de São Paulo serviços e programas de atenção à população de rua garantindo padrões éticos de dignidade e não violência na concretização de mínimos sociais e dos direitos de cidadania a esse segmento social de acordo com a Constituição Federal, a Lei Orgânica do Município de São Paulo e a Lei Federal n. 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (LOAS)"

 

A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo é a responsável pelas políticas de proteção à população de rua, o que inclui os serviços de albergues e abrigos, hoje chamados de Centros de Acolhida. Os serviços e programas direcionados à população de rua da cidade de São Paulo são realizados pela rede municipal e/ou por contratos e convênios de prestação de serviços com associações civis de assistência social.  O número e tipo de vagas ofertadas pelos Centros de Acolhida diferem-se entre si, sendo alguns destinados apenas para homens, outros para homens e mulheres, outros ainda oferecem vagas para mulheres com filhos.

 
São abrigadas nos Centros de Acolhida pessoas nas mais diversas situações. Muitas delas apresentam histórico de comprometimento com álcool,  de perdas de família e/ou de emprego, outros ainda, alguma debilidade mental (daí a necessidade também de um acompanhamento de profissionais da saúde). Além de pessoas em situação de rua, estes albergues também acolhem migrantes que não têm emprego nem dinheiro para voltar ao seu lugar de origem.
 



Os Centros de Acolhida

Os Centros de Acolhida estão subdivididos em Centro de Acolhida para Adultos I, Centro de Acolhida para Adultos ll e Centros de Acolhida Especial.

 

Centros de Acolhida I
Os Centros de Acolhida I funcionam 16 horas por dia. Em geral, abrem ao fim da tarde para acolherem a população de rua para o pernoite e encerram suas atividades por volta das oito horas da manhã, momento em que os usuários retornam para a rua. Os Centros de Acolhida I fornecem condições de higiene pessoal, alimentação, vestuário, guarda de volumes, serviços de referência na cidade e orientação para providência de documentos pessoais;

Centros de Acolhida II
Os Centros de Acolhida II tem funcionamento permanente, isto é, 24 horas por dia. Fornecem à população em situação de rua condições de pernoite, higiene pessoal, lavagem e secagem de roupas, alimentação, guarda-volumes, trabalho sócio-educativo e serviços de documentação e referência na cidade.

Centros de Acolhida Especial
Com funcionamento permanente, os Centros de Acolhida Especiais fornecem condições de pernoite, higiene pessoal, lavagem e secagem de roupas, alimentação, guarda-volumes, trabalho sócio-educativo e serviços de documentação e referência na Cidade, destinados a:
  • pessoas em tratamento de saúde;
  • imigrantes recém-chegados;
  • pessoas em situação de despejo ou em dasabrigo emergencial;
  • mulheres vítimas de violência;
  • mulheres com crianças.

 

 
Não existe um tempo máximo de permanência nos albergues. Aqueles albergues com funcionamento de 24 horas, tendem a manter vagas fixas, isto é, vagas destinadas a moradores de lá, que podem permanecer por meses, passando por avaliação periódica. Já nos albergues com funcionamento de 16 horas não é possivel, pois fecha no período entre oito da manhã e 17 horas, assim a entrada acontece nos fins de tarde e saída pela manhã. Ao retornarem, os usuários terão de novamente pleitear uma vaga, pois ter estado num dos Centros num dia não significa, necessariamente, a permanência no outro, isso porque há uma dependência da disponibilidade de vagas em cada um dos Centros de Acolhida. No inverno, com as baixas temperaturas, tende a aumentar a procura por albergues, daí que as vagas são ampliadas em caráter emergencial.
 



CAPE

Os usuários destes Centros em geral são encontrados nas ruas pela equipe da Central de Atendimento Permanente e de Emergência - CAPE, que funciona 24 horas por dia, e então, após receberem orientações, são conduzidos a um Centro de Acolhida mais próximo. Na falta de vaga no Centro de Acolhida da região em que foi encontrada a pessoa em situação de rua, o encaminhamento é feito  a outro albergue de outra região. A procura também pode ser feita pelo próprio usuário, isto é, conhecendo o serviço prestado, muitos voluntariamente procuram a assistência desses Centros de Acolhida.



Qualquer cidadão pode auxiliar a CAPE na identificação desses moradores. Ao encontrar uma pessoa em situação de rua deve-se ligar no 156, telefone da prefeitura de São Paulo ou diretamente para a CAPE no 3913-9913 ou 0800-771-3013 para acionar a equipe da Central de Atendimento Permanente para dar assistência à pessoa em situação de rua. O munícipe que preferir, poderá entrar em contato, também, pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão).

 
 
 
 

 

 

sicak video

film izle

sicak video

Film izle

film izle